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OPINIÃO, POLÍTICA

O seguro de vida do Adélio é contar tudo o que sabe

Jornalista falou da possibilidade de uma nova armação em torno do caso. “Vamos supor que soltem o Adélio e o matem. Vai ficar o mistério para sempre”.

O jornalista Joaquim de Carvalho, em participação na TV 247 neste sábado (28), contou que há quatro meses tenta viabilizar junto à Justiça a visita da irmã de Adélio Bispo, autor da suposta facada em Jair Bolsonaro (PL) em 2018, ao preso.

Para Carvalho, pode haver uma nova armação em torno do caso Adélio e da suposta facada. “Vamos supor que soltem o Adélio e o matem. Vai ficar o mistério para sempre. Imagina isso em época eleitoral, ‘mataram o Adélio, não querem descobrir quem mandou matar [Bolsonaro]’. (…) Soltam o Adélio, matam o Adélio e isso reforça a teoria do Bolsonaro. É preciso ficar de olho”.

Esse risco [de assassinato] existe, mas não é por isso que ele deve ficar [preso]. Por que não aprovam o cadastro da irmã para visitá-lo?”, questionou Carvalho. Segundo ele, a maior proteção que Adélio pode receber é a verdade. “O Adélio precisa falar, e talvez não queiram que o Adélio fale. O seguro de vida do Adélio é contar tudo que sabe. Esse é o seguro de vida, contar a verdade. Por que ele foi no clube ‘.38‘, se o Carlos Bolsonaro estava lá também, por que ele procurou o Carlos no dia da facada antes de começar a caminhada… Ele tem muito o que contar. A visita da irmã seria muito importante, seria o registro de uma pessoa que não está dentro do problema. Mas eles estão demorando”.

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