“Para onde ele vai, leva a pocilga junto”, escreve Alex Solnik sobre Jair Bolsonaro.

Contrariando as regras da boa educação, da limpeza pública, da higiene e da liturgia do cargo, Bolsonaro resolveu se vangloriar da sua capacidade de emporcalhar-se e emporcalhar os ambientes que frequenta.

Para onde ele vai, leva a pocilga junto.

Mas a repercussão foi péssima.

Um porco comer frango é normal.

Anormal é o porco ser presidente da República.

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