Uma carta, que foi escrita por uma cunhada (esposa de maçom) foi enviada para familiares, amigos e dirigentes da Loja Maçônica da qual faz parte o esposo.

No documento ela contou sobre as ameaças que sofria do marido.

Leia o trecho da carta da carta em que há a revelação:

“***, 05 de abril de 2017

Meu nome é ***, sou mãe de (….),  e (….). Sou casada com ***, mas estamos em processo de separação.

Temos um relacionamento de X anos (X anos de namoro e X de casamento).


Observação: os dados que identificam a esposa e o marido, foram omitidos pelo site, mas no original da carta consta estas informações.

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PODE O HOMEM MAÇOM OPRIMIR A FAMÍLIA E AGIR COM AGRESSIVIDADE?

A carta supra é real e foi escrita em 2017 e estamos transcrevendo agora para uma discussão sobre o comportamento do homem iniciado na Maçonaria e como as Lojas e Obediências Maçônicas agem diante de tais fatos.
Temos outras cartas de esposas, filhas e filhos de maçom, e até de vizinhos, relatando as atitudes de homens que se dizem maçons, porém se comportam diferentemente do que deveriam, com base nos ensinamentos propalados pela Ordem.
Infelizmente muitas dessas denúncias são deixadas de lado pelas autoridades maçônicas tradicionais e “conservadoras”, sob o pretexto de “preservar o irmão”, que geralmente é uma pessoa proeminente na sociedade e bem graduado na organização.
Na missiva acima, mostra o quanto alguns iniciados na maçonaria tradicional se comportam em casa, totalmente diferente do que se apresentam em Loja ou perante o meio social em que vivem.
Não pode o maçom ser um elemento agressivo, nem na maçonaria, nem fora dela, principalmente no ambiente do lar, onde deve começar todas as lições de civilidade.

Ir.´. Benjamin Constant II – M.´. I.´. – Gr.´. 33